Paralisação será mantida até esclarecimentos sobre teor e encaminhamento de projetos à AL-CE

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Em mensagem de vídeo à categoria, no último dia 31 de janeiro, a secretária da Fazenda, Fernanda Pacobahyba, anunciou que o governador Camilo Santana assinou os projetos de interesse da categoria fazendária, dentre eles a incorporação do piso do PDF. No entanto, até o momento, o Sintaf não foi esclarecido sobre o teor dos projetos – se estão de acordo com o que foi negociado e aprovado pela categoria em novembro passado – nem sobre o encaminhamento dos pleitos à Assembleia Legislativa do Ceará (AL-CE). Assim, a Diretoria Colegiada do Sintaf protocolou nesta segunda-feira (3/2) ofício solicitando à Secretária da Fazenda o encaminhamento dos projetos, a fim de que os dirigentes sindicais tomem conhecimento de seu teor.

Diante dos fatos, a Diretoria Colegiada conclama todos os servidores fazendários a continuarem mobilizados, apoiando e participando da paralisação que ocorrerá nos dias 10 e 11 de fevereiro. Acreditamos no esforço da Secretária para o encaminhamento das reivindicações, mas somente após informações concretas é que a Diretoria convocará nova AGE para decidir sobre os rumos da greve. Por enquanto, o movimento grevista está mantido.

Ratificamos o compromisso da categoria fazendária com o desenvolvimento do Estado e da sociedade cearense, demonstrado ano após ano no crescimento da arrecadação e na gestão eficiente das finanças públicas estaduais, entretanto, continuaremos na luta, certos de que a valorização dos servidores e a segurança jurídica de sua remuneração são fundamentais para o desenvolvimento da atividade fazendária.

Histórico

Em novembro de 2018, o Sintaf se reuniu com o governador Camilo Santana para tratar dos pleitos prioritários da categoria. Em fevereiro de 2019, a Diretoria Colegiada começa a discutir os projetos com a secretária da Fazenda, Fernanda Pacobahyba. Em julho do mesmo ano, os projetos são apresentados ao secretário da Casa Civil, Élcio Batista.

Em dezembro de 2019, o governador Camilo Santana acatou integralmente os projetos, mas fez uma contraproposta. No dia 6 de dezembro, os fazendários se reuniram em Assembleia Geral e aceitaram a contraproposta do governo, desde que os pleitos fossem encaminhados ainda na legislatura de 2019. Como isso não aconteceu, os fazendários decidiram paralisar nos dias 10 e 11 de fevereiro.

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