Estado vai mapear iniciativas de economia solidária

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Levantamento irá analisar perfil e tipos de empreendimentos na modalidade econômica

Com o objetivo de reestruturar a economia popular e solidária do Ceará, será realizada uma ação para mapear a modalidade e destinar políticas públicas para a área. A discussão foi apresentada no seminário “Perspectivas de Reconstrução da Política Nacional de Economia Popular e Solidária: construindo o Sistema Nacional de Economia Solidária”, realizado nesta terça-feira, 5.

O evento foi promovido pelo Governo do Ceará, por meio da Secretaria do Trabalho, com a participação de Gilberto Carvalho, atual Secretário Nacional de Economia Popular e Solidária (Senaes), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Para a concretização do crescimento econômico, será realizada uma reestruturação na lei de economia popular e solidária, explica Vladyson Viana, secretário de Trabalho do Ceará.

Há também o plano de implementar o conselho estadual para ser o canal dos movimentos sociais e a ação do Governo Federal para cadastrar os empreendedores de economia solidária no Cadastro Nacional de Empreendimentos Econômicos Solidários (Cadsol).

“A ideia é cadastrar qual o perfil, qual o tipo de arranjo desses empreendimentos e a partir dos dados, fazer política pública de apoio à comercialização e potencializar essas ações”, detalha o secretário.

Gilberto Carvalho destaca que entre março e setembro deste ano, 1.000 agentes serão enviados aos municípios para realizar o mapeamento.

“O papel desses agentes é andar em estados e municípios e saber quais perfis existem. O cadastro é importante para que os empreendimentos tenham o selo da economia solidária”.

A economia solidária e cearense apresenta um crescimento também impulsionado pelos encontros dos empreendedores, analisa Reginaldo Figueiredo, representante da rede de economia solidária.

O seminário também contou com a participação de gestores de políticas públicas do Estado e de municípios, a Rede Cearense de Sócio economia Solidária, redes de empreendimentos, incubadoras tecnológicas das universidades, Institutos Federais, estudantes e demais pessoas interessadas na temática.

Fonte: O Povo

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