Servidores da classe média do setor público lançam campanha contra PEC Emergencial

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Medida é defendida pela equipe econômica como forma de conter gastos para se adequar ao teto de gastos

Servidores públicos da classe média do funcionalismo (como técnicos judiciários, oficiais de Justiça e auditores estaduais) se mobilizam contra os cortes de salários e de jornada da PEC Emergencial — que cria gatilhos que comprimem os gastos do governo, como o com funcionalismo, para se adequar ao teto de gastos.

O Movimento a Serviço do Brasil, que será lançado no dia 5 de novembro, afirma que o atendimento à população será afetado em 2021.

Isaac Lima, da Fenajufe (Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União), entidade que encabeça a ação, afirma que o objetivo da campanha é mostrar que categorias de funcionários públicos que deverão ser atingidas pela proposta de enxugamento são essenciais, ao contrário da mensagem difundida pelo governo e por entidades favoráveis às reformas.

Vinte e cinco entidades representativas de servidores se engajaram. Eles dizem representar 400 mil funcionários do setor público.

Fonte: Folha de São Paulo

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