Quando eficiência é punida: o paradoxo da Reforma Administrativa para a advocacia pública

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De acordo com o Correio Braziliense, a proposta de reforma administrativa surge com um objetivo legítimo: modernizar a máquina pública, reduzir custos e tornar o Estado mais eficiente.

O portal afirma que essa é uma pauta necessária e urgente, mas ressalta que, para que a reforma cumpra seu papel, é fundamental que o esforço de otimização não puna quem já entrega resultados extraordinários. É nesse ponto que a experiência da Advocacia Pública Federal, representada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e pela Advocacia-Geral da União (AGU), precisa ser destacada como um modelo de gestão pública que tem produzido benefícios concretos e mensuráveis com forte impacto social.

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