Petróleo ultrapassa US$ 100 depois de invasão russa à Ucrânia

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Mercado reage e Bolsas asiáticas fecham em baixa

O preço do petróleo ultrapassou os US$ 100 pela 1ª vez em mais de 7 anos depois da Rússia atacar a Ucrânia nesta 5ª feira (24.fev.2022). Ações globais e títulos do Tesouro norte-americano caíram e a cotação do dólar subiu.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou uma “operação militar especial no país vizinho. Já há relatos de explosões em Kiev, a capital ucraniana, e também nas cidades de Kharkiv, Dnipro e Odessa.

O barril do petróleo Brent chegou a US$ 100,22 por volta das 4h25 (horário de Brasília), segundo a Investing. As Bolsas de valores de Moscou e São Petersburgo suspenderam as operações. As de Hong Kong, Sydney, Mumbai e Seul operavam, por volta das 3h (horário de Brasília), em queda superior 3%. Os mercados de China, Japão e Austrália fecharam em queda. Os europeus abriram em baixa.

O rendimento de títulos norte-americanos de 10 anos caiu 1,8681%. O de 2 anos teve queda de -1,5%. O dólar subiu mais de 0,5% em relação às moedas dos principais parceiros comerciais dos EUA.

INVASÃO RUSSA

Autoridades da Ucrânia confirmaram no início da madrugada desta 5ª feira (24.fev.2022) ataques em ao menos 10 regiões do país. A informação surge momentos depois de Putin ter anunciado uma “operação militar especial” no país vizinho.

Já há relatos de explosões em Kiev, a capital ucraniana, e também nas cidades de Kharkiv, Dnipro e Odessa. Não havia, até a publicação desta reportagem, informações sobre vítimas dos bombardeios.

Tropas russas estão invadindo o território ucraniano não só na fronteira entre os países, mas também a partir de Belarus e da Crimeia. As autoridades fronteiriças ucranianas relataram que soldados bielorrussos estão integrando as tropas da Rússia.

Em pronunciamento na televisão russa, Putin disse que a ação militar terá como objetivo proteger a população das províncias de Donetsk e Luhansk, situadas na região fronteiriça de Donbass. Mas acrescentou que confrontos entre forças russas e ucranianas serão “inevitáveis” e “só questão de tempo”.

Putin declarou que não pretende invadir a Ucrânia, mas sim “desmilitarizar e desnazificar” a região que a Rússia considera independente. Pediu para os soldados ucranianos entregarem suas armas e deixarem a zona de batalha.

Fonte: Poder360

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