O novo Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM) passa a ser cobrado a partir do ano que vem sobre os ganhos deste ano, e já embaralha os cálculos do público de alta renda na hora de investir. Um dos efeitos se dá sobre os títulos isentos de IR: segundo especialistas, o novo tributo pode criar situações em que a aplicação nesses papeis se torna menos rentável do que nos tributados, mesmo em uma janela curta de um ano. A questão se aplica a quem tem rendimentos acima de R$ 600 mil no ano, sujeitos a imposto crescente de até 10% a partir de R$ 1,2 milhão por ano.
Fonte: InfoMoney
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