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27/02/2018

Fala Fisco - Nº 63 - fevereiro 2018

Artigo: O papel do Sintaf na sociedade cearense

Júlio Leite Filho                                                                                                                                           
juliolfadvogados@gmail.com
 
Somos observadores suficientes para entender o comportamento da liderança fazendária no contexto societário como um todo, de tal modo que a riqueza humana que cerca essa liderança se destaca majoritariamente nos tratos analíticos que pretendemos ensejar.
 
De início, a liderança fazendária trabalha com o maior de todos os princípios: aquele que alicerça e calça o bom comportamento do ser humano, ou seja, o Princípio da Ética, sem o qual sociedade alguma sobreviverá. 
 
Depois, a liderança fazendária veste a camisa destinada à defesa comum dos interesses dos fazendários e de suas famílias, desde que o termo latino syndicus já designa, há tempos idos, um advogado a proceder defesa nos julgamentos, auxiliando todos eles e não os tumultuando. Não há como disso fugir. 
 
Os líderes fazendários não utilizam suas funções de teores combatentes ao injusto, objetivando disso tirar proveitos. Não, eles se colocam defronte os percalços que surgem em seus cotidianos, deflagrando a bandeira de enfrentamento ao poder defronte, originariamente detentor de maior conteúdo de autonomia dominial, apesar de sua passageira relevância, e o enfrenta mesmo assim, se o alicerce dessa performance lida diretamente com a defesa da cidadania, se lógico e evidente porque todos nós vivemos, quer se queira ou não, na base de um regime democrático de direito.
 
A liderança fazendária – dito isso face à uma plêiade de componentes -  abraça a causa de igual modo como, dir-se-ia, o Papa abraça seu desempenho cristão, respeitando a todos e clamando a paz no contexto da humanidade.
 
Não podemos e nem devemos silenciar diante do empecilho maquiavélico que algumas vezes a liderança sindical possa ter ao seu defronte. Jamais isso causará temor algum. O que importa é a causa e a vitória.  E, por se empenhar por causas justas, indiscutível sairá sempre vitoriosa. 
                                     
 A classe fazendária busca o que lhe pertence. É uma luta honesta e humana. Cidadã, sem dúvida alguma. Mesmo porque a liderança sindical não deseja o mal a ninguém, agindo em conjunto e sempre indagando a todos, diante de tantos caminhos, qual o indicado a alcançar os lauréis da causa abraçada, daí porque sua atuação não se confunde com partido político algum e nem depende de terceiros na assunção da função que ocupa, desde que se considera um passante.
 
Poder-se-ia imaginar alguma fluência intersindical com opiniões divergentes, mas isso não deverá jamais afastar do sindicalista a prática do respeito ao próximo.
 
Diante desse sensitivo contexto, nada custa parabenizar o fazendário por ter ao seu lado seres humanos do quilate de Bira, Carlos Brasil, Miranda, Pedro Vieira, Nina, Lúcio Maia, Maria José, Ana Maria, Oliveira, Márlio José, Mesquita,  Guglielmo, Yolita, Edson Correia, Raimundo Filho e tantos outros. 
 
A todos vocês, exemplares cidadãos sintafianos, nossos encômios e parabéns.  
 
Última atualização: 01/03/2018 às 12:17:07
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