Cerca de R$ 2 bilhões eram referentes à cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o que se prolongava há quase duas décadas.
A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) formalizou transações tributárias com grandes instituições financeiras, encerrando litígios e dívidas que somavam R$ 3,3 bilhões.









