A entrada em vigor da Lei Complementar nº 224/2025 marca mais um capítulo na já complexa relação entre o Estado e o setor produtivo no Brasil. Sob o argumento de revisar incentivos fiscais e ampliar a arrecadação, o governo opta por um caminho que, embora compreensível do ponto de vista fiscal, impõe um novo peso sobre empresas que já operam em um ambiente desafiador.
Fonte: Diário do Nordeste
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