Relator do projeto que deu origem ao arcabouço fiscal, Claudio Cajado diz não ver resistência no Parlamento à expansão de gastos fora do teto
O novo arcabouço fiscal (Lei Complementar 200/2023) completará em 2026 três anos de vigência, mas o regramento seguiu o exemplo da regra fiscal anterior, o teto de gastos do governo de Michel Temer, que também acumulou uma série de dribles e exceções às suas regras. Em entrevista ao JOTA, o deputado Claudio Cajado (PP-BA), que relatou a nova regra fiscal na Câmara, avaliou o sucesso obtido pelo arcabouço até aqui.
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