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Notícias

  26/04/2017   

Conselho Sindical alerta para fragilidade da remuneração e importância da greve

 
Reunidos na sede da Fundação Sintaf na manhã da última segunda-feira (24/4), delegados e lideranças sindicais definiram estratégias e orientações para a greve dos fazendários, em mais uma reunião do Conselho Sindical. Na ocasião, foram divididos os grupos que estarão mais à frente do movimento grevista, que terá início no próximo dia 28, e instalado o Comando de Greve na sede do Sintaf. 
 
A Diretoria Colegiada enfatizou a necessidade de uma greve ampla, forte e aguerrida, a fim de garantir o sucesso na conquista dos pleitos. Servidores ativos e aposentados foram convocados a participar, já que a regulamentação do teto remuneratório e a incorporação do piso do PDF beneficiarão a todos.
 
Nos dias de paralisação, os servidores lotados na capital e região metropolitana deverão se dividir: a maioria deverá participar dos atos programados para as Sedes da Sefaz e a outra parte deverá ficar na unidade, orientando a população.
 
No dia 28 de abril, o ato começa às 8h, na Sede I, unindo ativos e aposentados. De lá, os fazendários irão participar da grande manifestação convocada pelas centrais sindicais contra a terceirização ilimitada e as propostas de reforma da previdência e trabalhista. Após o feriado do dia 1º de maio, outro ato está programado para a retomada da greve, no dia 2, a partir das 8h, também na Sede I.
 
Greve é instrumento de luta
 
Para o diretor de Organização do Sintaf, Lúcio Maia, a categoria não pode abrir mão da regulamentação do teto e da incorporação do piso do PDF. “Caso contrário, nossa remuneração continuará passível de questionamentos”, salientou. Com a greve, instrumento legítimo de luta dos trabalhadores, os fazendários buscam o cumprimento de demandas já discutidas e negociadas com o Governo do Estado.
 
“Não dá para ficarmos tranquilos quando acompanhamos projetos que podem derrubar parte da nossa remuneração”, alertou um dos delegados sindicais. O PLS 449/2016, já aprovado no Senado, que agora tramita na Câmara como PL 6726/2016, regulamenta o limite remuneratório dos servidores e inclui no teto todas as verbas relacionadas a vencimentos, salários, soldos, subsídios, abonos, prêmios, adicionais, gratificações, horas-extras, auxílios-moradia, entre outras receitas.
 
Para Rita Franco, delegada sindical aposentada, os servidores aposentados têm papel fundamental nessa greve. “Sem a regulamentação do teto remuneratório poderemos perder parte da nossa aposentadoria. Não temos garantias”, advertiu. Presente à reunião, o presidente da AAFEC, Gentil Rolim, assegurou a participação dos aposentados. “Não fugiremos à luta. Tenho tido contato direto com os colegas e vamos convocá-los através dos diversos meios”, afirmou.
 
“Esta greve é imprescindível. É questão de sobrevivência. Ou fazemos uma grande paralisação ou esqueçamos as nossas demandas”, alertou o diretor Raimundo Filho, coordenador regional do Sintaf na Zona Norte. Para ele, é hora de mobilizar os colegas, arregaçar as mangas e partir para a luta.
 
Fonte: Sintaf Ceará
Última atualização: 26/04/2017 às 11:03:22
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