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Nota de repúdio dos servidores fazendários

Os servidores fazendários abaixo relacionados vêm à Diretoria Colegiada do SINTAF manifestar seu repúdio às declarações da Diretoria Colegiada da AUDITECE, veiculadas através de Nota Pública no Jornal Diário do Nordeste em 09.02.2010. É inaceitável que uma entidade de classe se valha da tragédia alheia para ofender e denegrir gratuitamente a imagem do fazendário cearense, já que: a AUDITECE sequer foi citada; o fazendário em questão não cometeu o ilícito no exercício de sua função; e que o simples fato do fazendário ser Auditor Fiscal não o vincula necessariamente àquela entidade. Atitudes como essas só vêm ratificar a postura discriminatória e segregatícia que aquela entidade tem adotado dentro e fora de nossa instituição materna, a SEFAZ-CE, e que vêm a tempos minando o nosso ambiente de trabalho e causando grande tensão e indignação no meio fazendário.

Não compactuamos com atos de violência e desvios de conduta de quem quer que seja, filiados ou não ao SINTAF, pois a ética e a moral estão acima do corporativismo. Cabe à Justiça julgar e adotar as justas medidas cabíveis ao caso para confrontar os familiares com quais também nos solidarizamos.

Por diversas vezes, o SINTAF buscou o entendimento, o respeito mútuo e o diálogo com aquela entidade que fere a dignidade dos “não auditores fiscais”, se “retrata” e volta a reincidir no mesmo erro, demonstrando uma diplomacia vazia.

Diante de tudo isso, vimos que já é hora da categoria, através do SINTAF, romper relações com aquela entidade, inclusive não se sentando na mesma mesa de negociações. Cabe ressaltar que tal rompimento não é extensivo aos colegas Auditores Fiscais que não compactuam com essa postura da AUDITECE e que sempre tiveram espaço dentro do SINTAF, entidade que congrega todos os cargos e funções do grupo TAF e que busca a harmonia entre os fazendários, a SEFAZ, a Sociedade e as Entidades de Classe.

Sugerimos, ainda, que se exija daquela Diretoria Colegiada uma retratação pública por essa agressão à dignidade e à moral da classe fazendária cearense.



Enviado por Servidores Fazendários em 20/02/2010 às 08:56
E-mail:

Manifesto a Cargo da Unidade

“A lei de ouro do comportamento é a tolerância mútua, já que nunca pensaremos todos da mesma maneira, já que nunca veremos senão uma parte da verdade sob ângulos diversos.” Mahatma Gandhi

Caim, que lamentavelmente, matou seu irmão, não era fazendário, muito menos, auditor disso ou auditor daquilo. Hitler, o intolerante, também não; Gandhi, o pacificador, também não. Não somos o umbigo do mundo.

Aonde vamos parar com esta intolerância? O que ficou faltando na nossa educação?

Não somos melhores do que ninguém. Somos todos iguais; apenas com diferenças pontuais.

Qualquer um de nós que cometa um crime, que esteja previsto no código penal, deve ser submetido à Justiça. E não, à justiça torpe da AUDITECE.

O que se passa na cabeça de quem escreveu e assinou a nota publicada no DN de 11/02/10, manifestando-se contra o fazendário Eliabe Gomes da Silva e “enquadrando-o” como auditor adjunto, como se o simples fato de pertencer a esse cargo tornasse alguém mais suscetível de cometer um crime?

Há muito pouco, o Brasil assistiu, indignado, um magistrado (Juiz Percy Barbosa), tirar a vida de um trabalhador, também vigilante, também numa cidade do interior do Ceará. Assim como o juiz, o colega fazendário, no caso, não estava no exercício de suas funções.

O que vemos, no entanto, é a velha prática de ‘justiça’ do tempo da inquisição, ou seja, a AUDITECE, já acusou, julgou e condenou (pelo fato de não ser Auditor Fiscal da Receita Estadual, cargo de nível superior, e sim Auditor Fiscal Adjunto da Receita Estadual). Mais uma vez, usa os cargos para segregar seus pares, age e reage com preconceito, num verdadeiro apartheid.

Do que alguns colegas têm tanto medo meu Deus? Será que eles não enxergam que a intolerância, a discriminação também são crimes? Será que essas pessoas que escreveram ou até mesmo assinaram esse descabido textículo, se acham mesmo mais dignas do que os outros colegas, só por causa do cargo que carregam? Pelo visto esse cargo está sendo um fardo.

Em que livros essas pessoas estudaram? E o afeto que receberam? De nada lhes vale?

Estamos precisando definitivamente de uma reeducação; onde se aprenda a ser mais amoroso e menos arrogante, mais conciliador e menos intolerante. Colegas, já não sobra toda esta violência em que o mundo está mergulhado?

Será que o título de auditor fiscal vale tudo isso? Tenho certeza que não.

Essas manias de grandeza e de superioridade não levam à construção de nada que valha a pena. Guardadas as devidas proporções, não foram essas práticas que renderam à humanidade a terrível e desastrosa experiência do holocausto?

Talvez estes se achem muito inteligentes ao agirem com discriminação, contudo, estão cegos, pois esse comportamento apenas mina o nosso ambiente de trabalho, tornando-o hostil.

Se continuarem com essas atitudes, essas pessoas, tão vaidosas, não serão lembradas como construtores de coisa alguma que valha a pena se falar, e sim, como as que tentaram tornar a SEFAZ do Ceará num campo de batalha. Dizemos, apenas tentaram, porque acreditamos que a maioria de nós tenha bom senso e não entre nessa onda de intolerância, independente de pertencer a cargo A ou B.

Esperamos, do fundo do coração, que essa minoria deixe de vir de encontro às coisas boas para as quais todos existimos e que toda essa energia empregada em ódio e picuinhas relacionadas aos cargos, seja canalizada para a construção de uma SEFAZ mais fraterna, através do amor, da tolerância, da solidariedade e do diálogo.

Mª de Lourdes Montenegro – Auditora Fiscal Adjunta, servidora fazendária desde 1981, graduada e especialista, lotada na CEXAT Joaquim Távora.

Gláucia Lima – Auditora Fiscal Adjunta, servidora fazendária desde 1992, graduada, especialista, mestre e doutoranda, ex-dirigente por duas gestões no SINTAF, lotada no PF dos Correios.



Enviado por Glaucia em 17/02/2010 às 06:53

Novo Mural

Bom saber que o espaço democrático do Mural voltou a funcionar!

Enviado por Elton em 05/01/2009 às 12:23
E-mail: eltonviana@hotmail.com
-

Concordo com você Elton. Espero que seja muito utilizado por todos para manifestar as idéias e opiniões acerca do trabalho e das questões do SINTAF.

Enviado por auri em 05/01/2009 às 07:25

Desvinculação do PDF do Teto Estadual

A chegada dos novos fazendários à SEFAZ foi bastante festejada, tanto que as instituições representativas da categoria, pela primeira vez (pelo menos desde 1992) ofereceram uma festa de boas vindas. Pesquisa desenvolvida pela Célula de Recursos Humanos apontou que os mesmos se sentiram muito bem recepcionados. Acreditava-se que os novos colegas viriam para se unir à classe fazendária. Ao chegarem à casa, já encontraram a arrecadação do Estado com excelente desempenho e um fundo de PDF acumulado, fruto do trabalho, competência e qualificação dos "antigos". Por isso, no início de suas carreiras, já passaram a perceber o teto dessa gratificação, sem que os "antigos" questionassem esse fato. Agora, quase um ano depois de seu ingresso na SEFAZ, percebe-se que apesar da qualificação mensurada através do concurso, faltam a ALGUNS desses, valores como GRATIDÃO, RECONHECIMENTO e HUMILDADE. Por se sentirem "altamente qualificados e gabaritados" (http://www.opovo.com.br/opovo/politica/tcomentarios_831708.html) se acham no direito de desmerecer a maioria dos servidores fazendários que é composta de servidores CONCURSADOS de nível médio. Cabe lembrar que os “antigos” ingressaram na primeira referência da carreira, ralaram e, se hoje estão nos últimos níveis, é porque demonstraram competência e dedicação ao longo de sua carreira, estudaram e possuem, no mínimo, nível de Especialização. Antes de chegarem a esse patamar, perderam várias noites de sono nos Postos Fiscais, trabalharam em Coletorias nos mais longínquos municípios do Estado, onde até mesmo a condução era difícil. Não é justo, pois, que servidores que se esforçaram para alcançar as últimas referências da carreira e que contribuem para incrementar o fundo do PDF sejam privados de receber essa gratificação, sendo penalizados pela sua competência e dedicação ao longo de sua vida fazendária. Por outro lado, também não é justo que os servidores fazendários cearenses tenham um dos mais baixos salários iniciais do fisco estadual do Brasil, contudo, não é se digladiando com os próprios colegas (até mesmo na mídia) que se conseguirá reverter esse quadro. Muito pelo contrário, a categoria fazendária alcançou várias conquistas através da união de seus integrantes. Deve-se preservar a união e guardar forças para lutar pela Lei Orgânica do Fisco, que poderá corrigir essas distorções.

Enviado por Sérgio Luís Xavier Oliveira em 01/11/2008 às 08:45
E-mail: sergioluis@sefaz.ce.gov.br

Congratulações

Companheiros, Acredito que como eu, todos nós "velhos" e "novos" fazendários, estamos felizes com a grande vitória do PDF. No entanto, não podemos esquecer que o grande mérito, devemos a vcs. que fazem o aguerrido SINTAF, para quem, de todo coração parabenizo e agradeço. Carlos

Enviado por Carlos Alberto Mendonça em 29/10/2008 às 19:11
E-mail: albertomendonca@terra.com.br

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Sem eventos programados.
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O fazendário Francisco Wildys de Oliveira lançou a 12ª edição do livro ICMS & Processo Fiscal, obra de referência para os que militam na seara do Direto Tributário.
A novidade desta edição é o CD que a acompanha. A obra pode ser encontrada nas melhores livrarias da cidade.

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